Novembro Educa

Desde 2007 que a Editorial Novembro, chancela do Grupo de Comunicação Novembro, tem vindo a desenvolver ações de âmbito cultural, que, sendo multidisciplinares, têm desenvolvido projetos de multiculturalidade e interculturalidade, em Portugal e em países da Lusofonia, no que respeita ao desenvolvimento sustentável no sector da cultura e da educação.

Educar tem sido o objetivo pioneiro, para assim conseguirmos uma cidadania mais culta e por isso mais positivamente interventiva.

As fragilidades dos laços sociais e familiares é cada vez maior e a edificação de uma sociedade inclusiva, solidária e verdadeiramente educadora será o pilar para o desenvolvimento sustentável humano, e, por consequência, do nosso planeta.

A partilha do conhecimento é cada vez mais essencial; e é junto das sociedades mais carenciadas que pretendemos intervir através de ações de formação no âmbito da leitura, da escrita e dos direitos humanos, promovendo o gosto pelo conhecimento, como único veículo para o progresso do Homem, de forma sustentável.

 

Através da associação sem fins lucrativos Novembro Educa , fundada em 2018, pretendemos desenvolver ações nos países de expressão de Língua Portuguesa, através de apresentações de livros, com atividades lúdicas, que passam por contadores de histórias, circo, teatro, música, entre outros momentos capazes de captar a atenção de crianças e adolescentes e promover junto deles o interesse pela sua cultura e a sua valorização, conduzindo-os a elaborar e coordenar projetos, tais como a construção de bibliotecas, escolas e centros de formação para adultos, que a Associação ajudará a concretizar através da doação de livros, material escolar e ações de formação.

 

 

A NOVEMBRO EDUCA PRETENDE NAS SUAS AÇÕES:

DIRIGIR… ENCAMINHAR E DOUTRINAR PARA A CIDADANIA – Interligar os direitos e deveres, pois só o respeito e cumprimento de ambos contribuem para uma sociedade mais equilibrada e justa.

 

Ler e imaginar são duas das três portas principais — a curiosidade é a terceira — por onde se acede ao conhecimento das coisas. Sem antes ter aberto de par em par as portas da imaginação, da curiosidade e da leitura — não esqueçamos que quem diz leitura diz estudo—, não se vai muito longe na compreensão do mundo e de si mesmo.

In Cadernos de Lanzarote, de José Saramago

 

Avelina Ferraz

CEO FOUNDER GRUPO DE COMUNICAÇÃO NOVEMBRO