O que há na barriga do meu pai? é o primeiro livro de
uma coleção de afetos, on-de o imaginário infantil é revisitado
numa viagem aos momentos que marcam a in-fância e edificam
o adulto por ser. Uma homenagem aos seres que nos habitam
a existência.
Outros títulos da coleção (brevemente):
O que há nos cabelos da minha mãe?
O que há nas mãos dos meus avós?
Naquele prédio viviam muitos animais diferentes. Na forma de ver o mundo e no seu jeito particular de entrarem nas vidas uns dos outros. Jorge, o sapo oculista, curioso e observador, gostava de ajudar todos os animais do prédio, atento ao passar dos dias, sem nada lhe escapar.
Conheceu Madruga, a tartaruga voadora, que lhe aterrou em cima durante um passeio no parque. E tudo mudou para a tartaruga que voltou a conquistar o seu espírito aventureiro. Ficaram amigos apesar de todas as diferenças. Um sapo oculista, chamado Jorge, e uma tartaruga voadora, de seu nome Madruga.
E existe maior riqueza do que a diferença que nos une a todos?
«Esta extraordinária história apela à aceitação do outro e à valorização da diferença. Aparentemente simples, mas que nos chama a atenção quando vemos o coração do Lince Alex destroçado por se sentir desvalorizado pelo facto de não ser um Lince igual aos outros. Surge nela valores, como a amizade, o respeito pelo próximo, pela diferença, a tolerância e a empatia. Este adorável Lince acaba por abraçar uma fantástica aventura que poderá mudar a sua vida para sempre.»
In contracapa Coração de Lince
More info →Alexandre Faria, depois de escrever o romance Okinca, dedica A Princesa dos Bijagós às crianças africanas.
Era uma vez uma princesa que vivia numa ilha no meio do Oceano Atlântico. Não tinha mais de 8 anos, mas o desejo de ser uma grande rainha, superava todos os outros.
O reino situava-se no Arquipélago dos Bijagós, no continente africano, e Orango, a terra insular onde habitava, era a última das oitenta e oito ilhas, repleta de animais exóticos e de aldeias espalhadas ao longo do seu território.
A princesa chamava-se Pampa, gostava de usar tranças no seu cabelo e, desde que nascera, preparava-se da melhor forma para suceder aos seus pais, assim que a altura chegasse.
More info →Contos do Meu Pai é a primeira de três antologias
dedicadas à Família.
Os nossos PAIS são os nossos melhores contadores de histórias,
os nossos heróis, a imagem de proteção e porto seguro
que temos na infância.
Nesta antologia de 10 contos procura-se explorar esta ligação
entre PAI e FILHO/A numa abordagem às ligações familiares e
às memórias e ensinamentos que ficam no tempo e passam de
geração em geração.
Uma antologia para ser oferecida aos pais com histórias para serem
contadas aos filhos.
“… E a neve caía, caía,
e quanto mais anoitecia…
… E a neve caía, caía,
e quanto mais escurecia…
…e ela caía, e caía,
e quanto mais o frio fazia!...
…e ela, a neve,
com passinhos de veludo
ia cobrindo tudo…”
«O Poder do Beijinho aborda a importância dos afetos e da solidariedade, especialmente entre pais e filhos. E é de igual forma um livro que pretende despertar nas crianças e nos adolescentes o interesse pela fé, pela oração, a consciência de que existe uma força que nos transcende e com a qual podemos conectar-nos para o fortalecimento da nossa paz, gratidão e esperança.»
Alice Goretti de Pina
In contracapa O Poder do Beijinho
More info →É numa sucessão de contos infantis que a autora aborda vários temas transversais a todas as gerações. Desde o bullying, passando pela capacidade de superar desafios e pelo enaltecimento das qualidades individuais de cada um de nós, a coleção Pequenos Gestos, Grandes Diferenças mostra que todos somos capazes de mudar o mundo, a sociedade ou a nossa comunidade, através do nosso exemplo pessoal.
Porque há sempre quem precise de uma voz. Porque há sempre alguém disponível para apoiar. Porque há sempre uma "força que vem de dentro" e nos mostra que o "medo também se come" e que todos podemos andar numa "bicicleta sem rodas", ser "a bailarina de chuteiras" e mostrar o nosso "talento especial". Porque, acima de tudo, "tu és único".
More info →O que há... nas mãos da minha avó? // O que há... nas mãos do meu avô?
More info →O Senhor Silêncio é um livro infantil, mas abrangente a todas as idades, com uma componente poética e simultaneamente, didática. São 3 histórias, cuja personagem central é o Silêncio e sua importância na música, como forma de interiorização, de disciplina, de poesia e imaginação.
“… O Senhor Silêncio era muito grande, tão grande que se esticasse as duas mãos, tocava no céu… adorava música e logo que a ouvia, abria os seus longos braços como se estivesse a abraçá-la. Depois fechava os olhos e parecia que entrava dentro dela. Ninguém melhor que ele a conhecia tão bem, pois como estava sempre em silêncio, conseguia ouvir coisas que mais ninguém conseguia...”.
O Silêncio é uma espécie de segredo que se guarda carinhosamente no bolso, sem deixar cair. Dar-lhe a mão, é uma oportunidade, independentemente, de se ser criança ou adulto.
Nota da Autora
«O Coelho Popi Quer Voar - uma história que nos permite acreditar nos sonhos e na fantasia, e que nos ensina que devemos sempre lutar por aquilo que queremos. Não fracassamos se não conseguirmos. Fracassamos se não tentarmos. Uma história simples que espero possa ser uma leitura agradável.
a autora, Gabriela Semedo»
In contracapa O Coelho Popi Quer Voar
More info →"(…) Talvez, neste livro, venhas a conhecer cegonhas elegantes, ovelhas, cabras magrinhas e rapazes muito estudiosos. Há muitas terras no mundo onde vivem pessoas diferentes de ti na aparência, mas iguais na alegria, nas brincadeiras, no medo e na vontade de construírem amizades e viverem aventuras que nunca tinham imaginado.
Há cidades, vilas, rios, neste vasto mundo, que vão ser o teu local favorito, enquanto estiveres mergulhado na leitura. Quando gostas de uma história, ela traz o passado para o presente e leva o presente para onde quiseres, desde que te deixes levar pela imaginação. Ainda não te contaram, com certeza, em línguas desconhecidas e palavras por aprender, o que se passou com a Luiza e a Rosabela numa história que fala de abóboras muito maiores do que alguma vez terás visto. (…)".
In contracapa "No País das Tropelias e Desventuras"
O Lucas limpava a cara sempre que alguém lhe dava
um beijo e a sua mãe ralhava-lhe sempre que isso acontecia.
“E se fossemos convidados a entrar no mundo de Joãozinho?!
Um universo encantado, recheado de surpresas.
Joãozinho nos convida a simplificar a vida, ver o mundo com outros olhos.
E é com o seu olhar curioso que dirigimos o seu carro mágico a procura de novas aventuras. Afinal Joãozinho é um sonhador... um super-herói; um cantor; um mágico; um malabarista; um futebolista; um dançarino; um bombeiro... ele é um pouco de tudo que ainda será... se quiser é claro!”
Tendes uma obra concebida para leitores cujas idades vão dos 8 aos 80. Um livro para ser manuseado por todos os elementos de todas as famílias.
Entretanto, em razão de um acentuado pendor pedagógico, melhor se enquadra e recomenda-se aos leitores pré-adolescentes, adolescentes, e serve bem para crianças adultas ou mesmo para adultos infantis, independentemente do género.
É um livro para despertar curiosidades, próprias das primeiras fases da vida, não fosse este escrito por um poeta vivido e vivendo a poesia a tempo inteiro. Esta Doutrina dos Pitós acaba sendo, em primeira instância, um conjunto de lições de preparação para uma vida responsável.
«Este é um livro infantojuvenil que pretende chegar aos leitores de todas as idades, com a temática da DIFERENÇA, mostrando que somos todos iguais e que temos todos o direito de ser respeitados. Esta história realça a importância das nossas atitudes, independentemente da nossa beleza física.»
In contracapa "A menina feia"
Este conto do maravilhoso e do encanto conduz-nos a um mundo em que todos os seres se relacionam e convivem, decidem em conjunto e festejam. Um mundo onde os homens da terra e os seres do mar, juntos, programam o baile para agradecer a chuva que caiu em abundância nas Ilhas.
Es kontu ku fantazias i maravilhas ta leba-nu pa un mundu undi tudu seris vivu ta da dretu ku kunpanheru i ta konvive, ta disidi djuntu i ta festeja. Un mundu undi omis di tera i seris di mar ta djunta pa organiza badju di gala trokadu txuba bedju ki txobe na ilhas.
Lígia Dias Fonseca
Primeira Dama da República de Cabo Verde
Este livro infantojuvenil é dedicado ao poeta Maiakovski, que escreveu, também, peças de teatro satíricas, guiões de filmes e panfletos. Tendo perdido o pai muito cedo, com a famí-lia deslocou-se para a capital russa, onde prosseguiu os seus estudos, iniciados na cida-dezinha natal, onde se integrou no meio cultu-ral. Porém, aos 15 anos, seria preso por cons-pirar contra o czar. Na cadeia escreveu os seus primeiros poemas. A Nuvem de Calças e A Flauta de Vértebras, dos anos 1915-1916, são as suas obras mais salientes.
Os seus livros didáticos dedicou-os às crian-ças do mundo inteiro.
More info →A estória que te conta este livro passou-se há muitos anos na ilha de Santa Maria, nos Açores. Segundo crenças antigas, esta seria a ilha da feiticeira Calipso, a ninfa que reteve prisioneiro durante sete anos o herói grego Ulisses, quando este vagabundeou pelos mares após o regresso da Guerra de Tróia.
Esta ilha maravilhosa tem sido, desde sempre, habitada por pescadores. Um deles tinha um filho, um jovem forte como a madeira do carvalho, belo como Adónis, mas tímido como... uma gazela. Quando encontrava uma rapariga que lhe agradava, ficava mudo como uma estátua em frente dela. Por isso, toda a gente se ria dele e acreditava que ficaria solteiro para o resto da vida.
«Estamos perante uma história atípica, ocorrida numa época igualmente atípica para a humanidade, pois a pandemia, provocada pelo Covid-19, obrigou-nos a confinar a nossa liberdade ao interior das nossas habitações.
Porém, com a nossa liberdade física restringida em pequenos espaços geográficos, tivemos tempo para alimentar a nossa mente, dando azo à criatividade e à imaginação. É neste contexto que surge esta fabulosa história, uma "história de loucos", dirão alguns...
Numa altura em que tanto se fala das alterações climáticas, provocadas pela ação do homem, da necessidade de conservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentado surge uma história fictícia, é certo, mas arrojada e inspiradora.
A autora fala-nos de uma improvável relação de amizade, de amor e da harmonia que deveria existir entre o homem e a natureza. E, à semelhança das suas anteriores obras, há nesta, também, uma mensagem forte para a humanidade, um apelo à mudança de pensamentos e comportamentos, tendo em vista a preservação do nosso ecossistema.»
In prefácio de Ismael Silla
(jornalista guineense)
O Programa DROPI, criado pela UNIFICAR, é um projeto de prevenção de comportamentos de risco, através da educação socioemocional.
More info →Uma criança curiosa, uma caixa e…um mundo inteiro por descobrir, com a ajuda de um velhinho.
Viajando por lugares distantes e tão diferentes, estas duas personagens perceberão que nem tudo é garantido e que há realidades tão diferentes umas das outras e, especialmente, da nossa.
Lugares e pessoas que estão longe ou, no final de contas, mais perto do que imaginamos.
E uma amizade improvável, mas encantadora, entre uma criança e um velhinho.
Por fim, uma pergunta que não cala: como se ouve um pensamento?
Esta é uma história para as crianças ouvirem, mais do que lerem, promovendo a partilha intergeracional. Reflete sobre os Direitos das Crianças, sobre a relação entre a Infância e a Terceira Idade, sobre o mundo que nos rodeia.
Uma história mágica, mas tão real.
«O Poder do Beijinho aborda a importância dos afetos e da solidariedade, especialmente entre pais e filhos. E é de igual forma um livro que pretende despertar nas crianças e nos adolescentes o interesse pela fé, pela oração, a consciência de que existe uma força que nos transcende e com a qual podemos conectar-nos para o fortalecimento da nossa paz, gratidão e esperança.»
Alice Goretti de Pina
In contracapa O Poder do Beijinho
Este livro poema conta a história de um grupo de meninos de Malhangalene, que capturava colibris, com o objetivo de prender o mais bonito. Competiam entre si para ver quem conseguiria apanhar o príncipe dos colibris.
Com o tempo, a alegria nas florestas desapareceu. Roberto, um dos meninos, percebeu a tristeza dos pássaros e, num ato corajoso, decidiu libertá-los. Ao abrir as gaiolas, devolveu-lhes a liberdade e trouxe de volta alegria à natureza.
Esta história escrita em versos reflete sobre a importância da liberdade, comparando a felicidade dos pássaros à dos seres humanos, e destaca o valor do respeito pela natureza e pela vida.
More info →"Era uma vez um dragão azul chamado Kiko que tinha um amigo inseparável, o
Rafa. Os dois andavam sempre juntos, brincavam juntos, comiam juntos e contavam
todos os seus segredos um ao outro. Só não dormiam juntos, porque o
dragão ressonava muito e vivia numa gruta.(...)
O convite para um chá e conversa, num dia frio e chuvoso, acabou por se tornar num caso muito sério de solidariedade.
De descoberta em descoberta as fragilidades ficaram visíveis e as feridas, de cada uma, expostas na sua crueza e na dolorosa quotidiana dureza.
Quando assim acontece percebemos quanto tempo é desperdiçado nas minudências, nas vaidades inúteis, nas incompreensões e o desgaste causado pelos sentimentos menores que não trazem nada de positivo.
Foi esta a conclusão a que chegaram as protagonistas desta história.
No final do Chá da Joaninha todas perceberam como unidas seriam muito mais fortes e, apelando à inteligência, como seria mais fácil descobrirem as aliadas fraternidade e solidariedade.
Afinal estes eram os ingredientes em falta no início daquela tarde.
“Elias nasce e cresce numa pequena aldeia do interior de Moçambique, tem por companheiro de brincadeiras Tobias, um leão nascido no mesmo dia e hora....
A vida corta-lhe o fluir dos dias felizes, quando de súbito perde a mãe e tem de se separar do seu grande amigo Tobias. A proximidade da sua casa com o rio trouxe-lhe a visita indesejada da mosca negra, cuja picada provoca a cegueira e é na sua aldeia, sem médicos nem hospital, que Elias começa a perder a visão.
No entanto, a vida é dádiva que vale a pena descobrir como vai acontecer e acontece de forma positiva quando encontramos no caminho quem espalha magia....”
O livro O Facanito que é uma homenagem ao afeto das avós, uma memória ternurenta da infância guardando para a vida as traquinices e as tradições do lugar onde se cresceu, recordando a festa popular dos catetos, homenageando os usos e costumes da localidade dando a conhecer a tradição de uma época especial e tão mágica como é o Natal transmontano da aldeia de Torre D. Chama.
More info →“Às vezes andamos perdidos, por vezes até andamos às escuras, com bastantes obstáculos e até com medo, exatamente como os personagens desta história. Eles perseguem um sonho, o que é bastante habitual entre os humanos. Mas para o alcançarem têm de escolher um entre dois caminhos: optam pelo caminho misterioso, o que dá acesso às mais belas paisagens e histórias, mesmo sendo o mais longo e difícil, o mais desconhecido. (...)
Vão caminhando, como qualquer um de nós, descobrindo que o caminho é um mistério atrás de mistério...”
Joaquim Azevedo
In nota introdutória
Através dos olhos do Afonso e do seu irmão Diogo, vamos perceber como vivem duas crianças uma mudança de país no início do Séc. XXI e como se adaptam e gerem esta mudança e a saudade, tão típica portuguesa!
Estamos habituados a ouvir os adultos falar das suas experiências de emigração, mas nunca ouvimos as crianças! Vamos ouvir então o que o Afonso nos tem para contar sobre a sua vida noutro país e as conclusões a que chegou sobre esta experiência!?
Vem, vem adivinhar para que país eles foram com os pais e conta aos teus colegas e amigos(as) também a tua experiência de emigração e as tuas aventuras de vida no estrangeiro!
O Afonso percebeu que o Mundo é a nossa casa!
E tu, o que achas?
Au travers des yeux d'Afonso et de son frère Diogo, on comprendra comment deux enfants vivent un changement de pays au début du 21ème siècle et comment ils s'adaptent et gèrent ce changement et cette «Saudade» si typique du Portugal!
Nous avons l'habitude d'entendre les adultes parler de leurs expériences d'émigration, mais nous n'écoutons jamais les enfants! Alors écoutons ce qu'Afonso a à nous dire sur sa vie dans un autre pays et les conclusions auxquelles il est parvenu à propos de cette expérience !?
Viens, viens deviner dans quel pays ils sont allés avec leurs parents et parle également à tes amis de ton expérience d'émigration et de tes aventures à l'étranger!
Afonso s'est rendu compte que le Monde est notre maison!
Et toi, qu'en penses-tu
O DROPI é um programa inovador de desenvolvimento socio-emocional dirigido a crianças, que tem por base um canguru que se alimenta de sentimentos! O Dropi pretende influenciar pessoas no sentido de terem vidas mais positivas, saudáveis e equilibradas.
A personagem deu origem ao livro Dá o Salto com o Dropi! e, posteriormente, foi produzido um Manual Técnico (disponível online), que contempla 10 sessões nas quais se promove o treino de competências pessoais e sociais, recorrendo a ferramentas de educação não-formal dinâmicas e participativas.
A UNIFICAR tem-se dedicado à capacitação de Agentes Multiplicadores do Programa DROPI (ex.: professores, educadores, psicólogos), tendo até ao momento capacitado cerca de 100 pessoas. Estes agentes têm implementado o programa nos seus contextos de trabalho (escolas, jardins de infância, ATL, entre outros), sendo que mais de 300 crianças já participaram no DROPI. A UNIFICAR também promove leituras dramatizadas do DROPI.
O Programa DROPI é coordenado pela Sofia Mexia Alves, presidente e fundadora da Associação UNIFICAR.
More info →«Conduto de Pina resgata neste livro a tradição das fábulas da Guiné-Bissau, uma tradição oral rica e vibrante, passada de geração em geração, frequentemente em crioulo e nas línguas das diferentes etnias. Essas histórias têm como objetivo educar, transmitir valores, ensinar lições de vida e preservar a cultura. Transmitindo valores comunitários onde os personagens atuam em cenários da natureza, refletindo a conexão das pessoas com o meio ambiente. Assim, o escritor, com a publicação de A Fábula do Fogo e da Água, em Língua Portuguesa, regista uma dessas histórias de identidade e memória, contribuindo para a preservação da tradição em tempos de mudanças culturais e tecnológicas.»
Nota de editora
In contracapa A Fábula do Fogo e da Água
More info →Esta é a história de Simão Balalão, o menino ilhéu que tinha no
peito o sonho de partir em busca de outros horizontes.
Após algumas aventuras mal sucedidas Simão dá conta que só os
conselhos da mãe o podem ajudar e finalmente desco-bre que “a
nossa terra é a nossa terra” ou como se diz na língua santomé –
tela non sa tela non”.
More info →
«Uma bela história de amor e ternura onde uma criança se vê confrontada com um drama ainda tabu na sociedade. E só a imaginação de Solilua (é esse o nome do menino da história) lhe consegue dar um desfecho feliz!»
Olinda Beja
«Bastaria uma leitura atenta do que acima fica transcrito para perceber que nos preparamos para um hino à vida, pela voz misturada de uma menina, Maria, que vive nos fios dos arames do céu, de seu tio Nomar - que não prescinde da Preta, porque lhe assegura que o medo não volta a aparecer na sua casa com máscara e figurino de rato - e de um espião, escritor que enletra páginas. Moncho Rodriguez confessa que nos dá uma invencionice de encantamentos poéticos. E dá!»
In prefácio de Violante Saramago Matos
EXCERTOS
«Se todos tivessem as minhas curiosidades, soubessem desinvencionar os desusados, conversar com as coisas, ficar na invisibilice, conhecessem o Hilário... e o Senhor do Tempo... descobrissem que cada um tem uma caixinha de ar com o tempo contadinho lá dentro... e se soubessem que o relojoeiro viajou para outros reinos, se imaginassem que a gente vive para um dia poder brilhar, cada um no seu sonho... e que para cada um há uma estrela que vamos ter de acender... Se soubessem dessas inutilezas... Ninguém precisava de fingir importâncias, pois nunca iam ter medo nem da Vida nem da Morte.»
In O Dia em que a Morte Nasceu Ou o Reino do Sonho, Lugar sem Começo nem Fim
Sonhar é criar, partir em busca do imaginado e difícil de materializar. Exige motivação, vontade, inspiração, muita resistência e crescimento pessoal para atingir a concretização.
Quando precisamos de desafiar os nossos limites, olhamos o infinito e procuramos inspiração. Assim faz esta menina, embarquemos com ela e com o Capitão. Vamos Navegar!
To dream is to create, to leave in search of the imaginary, of what is difficult to materialize. It requires motivation, will, inspiration, hard resistance, and personal growth to conquer it.
When we feel like defying our limits, we look to the infinite landscape and seek inspiration. That is what this girl does; let’s sail with her and the Captain. Let’s Sail!
In contracapa "Vamos Navegar / Let’s Sail"
More info →«Esta é a história invulgar de vários encontros inesperados entre quatro animais, uma tartaruga, uma cobra, um mocho e um castor, que estando tranquilamente no vagar das suas vidas, se viram de repente no maior dos apuros, ao ponto de cada um achar que ia morrer.
Mas as voltas da vida e a vontade de cada uma das personagens, reforçam mais uma vez a ideia de que o destino nem sempre segue o rumo que imaginámos para ele.»
In contracapa O que Esconde a Barriga da Cobra
More info →«É um conto verdadeiramente curioso e original, insólito e inesperado. É capaz de prender a atenção do leitor, que fica preso na expectativa. Apreciei a sua forma de escrever, simples e directa, alheia a certas modas literárias, que enredam muito do que se publica.»
Luísa Ducla Soares
(escritora)